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body art

Grupo Fluxus, Body Art e performances Fluxus, 1960–1970
Técnica: Performance, body art, happening e experimentação multimídia
Acervo: Museus de arte contemporânea, arquivos de performance e acervos audiovisuais internacionais
Informações:
Fluxus foi um movimento artístico internacional e interdisciplinar surgido nos anos 1960, articulando performance, música experimental, poesia, vídeo, happening e body art. Liderado por George Maciunas, o grupo reuniu artistas como Yoko Ono, John Cage, Nam June Paik, Joseph Beuys, George Brecht e Dick Higgins, propondo a dissolução das fronteiras entre arte e vida cotidiana. As ações Fluxus enfatizavam improvisação, efemeridade, participação do público e crítica à mercantilização da arte, utilizando o corpo como espaço de experimentação estética e política.
Como se relaciona com a democracia:
A produção Fluxus se relaciona com a democracia ao romper hierarquias tradicionais entre artista, obra e público, valorizando participação coletiva, acessibilidade e experimentação livre. As performances e ações corporais do grupo ampliaram possibilidades de expressão artística e questionaram instituições culturais, modelos de autoria e estruturas de poder presentes no sistema da arte contemporânea.
Acervo: Museus de arte contemporânea, arquivos de performance e acervos audiovisuais internacionais
Informações:
Fluxus foi um movimento artístico internacional e interdisciplinar surgido nos anos 1960, articulando performance, música experimental, poesia, vídeo, happening e body art. Liderado por George Maciunas, o grupo reuniu artistas como Yoko Ono, John Cage, Nam June Paik, Joseph Beuys, George Brecht e Dick Higgins, propondo a dissolução das fronteiras entre arte e vida cotidiana. As ações Fluxus enfatizavam improvisação, efemeridade, participação do público e crítica à mercantilização da arte, utilizando o corpo como espaço de experimentação estética e política.
Como se relaciona com a democracia:
A produção Fluxus se relaciona com a democracia ao romper hierarquias tradicionais entre artista, obra e público, valorizando participação coletiva, acessibilidade e experimentação livre. As performances e ações corporais do grupo ampliaram possibilidades de expressão artística e questionaram instituições culturais, modelos de autoria e estruturas de poder presentes no sistema da arte contemporânea.
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