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multimídia

Marepe, Pérolas de presente para o Rio Tietê que está poluído, 2007
Técnica: Instalação / objeto escultórico contemporâneo
Acervo: Coleções de arte contemporânea e exposições institucionais brasileiras
Informações:
Obra produzida no contexto da pesquisa de Marepe sobre cotidiano, precariedade, humor e transformação simbólica de objetos e materiais comuns. A instalação utiliza a ideia de “pérolas” como gesto poético direcionado ao Rio Tietê, articulando crítica ambiental, deslocamento simbólico e comentário sobre poluição urbana no Brasil contemporâneo.
Como se relaciona com a democracia:
A obra se relaciona com a democracia ao discutir espaço público, responsabilidade coletiva e impactos ambientais produzidos pela urbanização e pela desigualdade social. A intervenção simbólica no Rio Tietê aproxima arte, ecologia e reflexão sobre cidadania, território e convivência urbana.
Acervo: Coleções de arte contemporânea e exposições institucionais brasileiras
Informações:
Obra produzida no contexto da pesquisa de Marepe sobre cotidiano, precariedade, humor e transformação simbólica de objetos e materiais comuns. A instalação utiliza a ideia de “pérolas” como gesto poético direcionado ao Rio Tietê, articulando crítica ambiental, deslocamento simbólico e comentário sobre poluição urbana no Brasil contemporâneo.
Como se relaciona com a democracia:
A obra se relaciona com a democracia ao discutir espaço público, responsabilidade coletiva e impactos ambientais produzidos pela urbanização e pela desigualdade social. A intervenção simbólica no Rio Tietê aproxima arte, ecologia e reflexão sobre cidadania, território e convivência urbana.

Alexandre da Cunha, Royale, 2003
Técnica: Escultura / assemblage com objetos industriais e materiais cotidianos
Dimensões: Variáveis
Acervo: Coleções particulares e exposições institucionais
Informações:
Obra produzida no contexto da pesquisa de Alexandre da Cunha sobre cultura material, objetos cotidianos e deslocamento de funções utilitárias para o campo escultórico. O artista utiliza materiais industriais e elementos do cotidiano reorganizados em composições formais que aproximam design, escultura e cultura popular.
Como se relaciona com a democracia:
Royale se relaciona com um acervo sobre democracia ao utilizar objetos acessíveis e materiais comuns como linguagem artística, aproximando arte e experiência cotidiana. A ressignificação de elementos utilitários tensiona relações entre consumo, valor cultural e produção material, dialogando com debates sobre coletividade, circulação e participação presentes nas sociedades contemporâneas.
Dimensões: Variáveis
Acervo: Coleções particulares e exposições institucionais
Informações:
Obra produzida no contexto da pesquisa de Alexandre da Cunha sobre cultura material, objetos cotidianos e deslocamento de funções utilitárias para o campo escultórico. O artista utiliza materiais industriais e elementos do cotidiano reorganizados em composições formais que aproximam design, escultura e cultura popular.
Como se relaciona com a democracia:
Royale se relaciona com um acervo sobre democracia ao utilizar objetos acessíveis e materiais comuns como linguagem artística, aproximando arte e experiência cotidiana. A ressignificação de elementos utilitários tensiona relações entre consumo, valor cultural e produção material, dialogando com debates sobre coletividade, circulação e participação presentes nas sociedades contemporâneas.

Grupo Fluxus, Body Art e performances Fluxus, 1960–1970
Técnica: Performance, body art, happening e experimentação multimídia
Acervo: Museus de arte contemporânea, arquivos de performance e acervos audiovisuais internacionais
Informações:
Fluxus foi um movimento artístico internacional e interdisciplinar surgido nos anos 1960, articulando performance, música experimental, poesia, vídeo, happening e body art. Liderado por George Maciunas, o grupo reuniu artistas como Yoko Ono, John Cage, Nam June Paik, Joseph Beuys, George Brecht e Dick Higgins, propondo a dissolução das fronteiras entre arte e vida cotidiana. As ações Fluxus enfatizavam improvisação, efemeridade, participação do público e crítica à mercantilização da arte, utilizando o corpo como espaço de experimentação estética e política.
Como se relaciona com a democracia:
A produção Fluxus se relaciona com a democracia ao romper hierarquias tradicionais entre artista, obra e público, valorizando participação coletiva, acessibilidade e experimentação livre. As performances e ações corporais do grupo ampliaram possibilidades de expressão artística e questionaram instituições culturais, modelos de autoria e estruturas de poder presentes no sistema da arte contemporânea.
Acervo: Museus de arte contemporânea, arquivos de performance e acervos audiovisuais internacionais
Informações:
Fluxus foi um movimento artístico internacional e interdisciplinar surgido nos anos 1960, articulando performance, música experimental, poesia, vídeo, happening e body art. Liderado por George Maciunas, o grupo reuniu artistas como Yoko Ono, John Cage, Nam June Paik, Joseph Beuys, George Brecht e Dick Higgins, propondo a dissolução das fronteiras entre arte e vida cotidiana. As ações Fluxus enfatizavam improvisação, efemeridade, participação do público e crítica à mercantilização da arte, utilizando o corpo como espaço de experimentação estética e política.
Como se relaciona com a democracia:
A produção Fluxus se relaciona com a democracia ao romper hierarquias tradicionais entre artista, obra e público, valorizando participação coletiva, acessibilidade e experimentação livre. As performances e ações corporais do grupo ampliaram possibilidades de expressão artística e questionaram instituições culturais, modelos de autoria e estruturas de poder presentes no sistema da arte contemporânea.
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